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domingo, 5 de abril de 2020

EXERCICIO



EXERCÍCIO DE “AUTO-DIAGNÓSTICO”
INSTRUÇÕES:
De acordo com cada afirmação, registe com uma cruz na coluna a que corresponde à sua resposta:
VERDADE - se pensa ou atua dessa forma a maior parte das vezes.
FALSO - se raramente pensa ou atua dessa forma.
Tente ser o mais espontâneo possível nas suas respostas!

Após ter preenchido o questionário de auto-diagnóstico, preencha a matriz de correção do  exercício. Cada frase numerada corresponde a uma atitude característica de um dos estilos comunicacionais: agressivo, passivo, assertivo ou manipulador. As frases foram classificadas em quatro colunas correspondentes aos quatro estilos. Deverá atribuir 1 ponto a cada frase a que respondeu “VERDADE”. O total dos pontos indica o grau da sua tendência a utilizar cada estilo comunicacional.
Poderá, por último, esboçar o gráfico de resultados, de forma a ter uma melhor perceção dos seus resultados.
Não se esqueça que, seja qual for o seu estilo comunicacional predominante, cada estilo poderá ser utilizado consoante as situações, ou seja, cada estilo é eficaz em função da situação onde se aplica!
Adaptado por O. Fachada (1991) de Chalvin, D (1989). L’affirmation de soi (5ª ed.)
pp 4-7. Paris: Les Editions E.S.F..

1
 Digo muitas vezes SIM, quando no fundo quero dizer NÃO.
V
 F
2
 Defendo os meus direitos sem atentar contra os direitos dos outros.


3
 Quando não conheço bem uma pessoa prefiro dissimular aquilo que penso ou sinto.


4
Sou, a maior parte das vezes, autoritário e decidido.


5
Geralmente, é mais fácil e mais engenhoso atuar por interposta pessoa do que diretamente.


6
 Não receio criticar os outros e dizer-lhes aquilo que penso.


7
Não ouso recusar certas tarefas que não fazem parte das minhas atribuições


8
 Não tenho receio de manifestar a minha opinião, mesmo face a interlocutores hostis.


9
Quando há debate, prefiro retrair-me e “ver o que é que a coisa dá”.


10
 Várias vezes sou censurado por ter espírito de contradição.


11
 Tenho dificuldade em escutar os outros.


12
Faço tudo o que posso para ficar “no segredo dos deuses” e tenho-me dado bem com isso.


13
 Consideram-me, em geral, bastante “manhoso” e hábil nas relações com os outros.


14
 Mantenho com os outros relações mais fundadas sobre a confiança do que sobre a dominação ou o calculismo.


15
 Prefiro nunca pedir ajuda a um colega, ele poderá pensar que eu não sou competente.


16
Sou tímido e tenho grandes bloqueios quando tenho que realizar uma ação pouco habitual.


17
Chamam-me “sopinhas de leite”, fico enervado e isso faz com que os outros se riam.


18
 Sinto-me bastante à vontade nas relações face a face.


19
 Faço “fitas” muitas vezes; é a melhor maneira de conseguir o que quero.


20
Sou um “fala-barato” e corto a palavra aos outros sem me dar conta disso


21
Sou ambicioso e estou pronto a fazer o que for necessário para realizar os meus objetivos.


22
Em geral, sei o que é preciso fazer; isso é importante para ser bem sucedido.


23
Em caso de desacordo, procuro os compromissos realistas assentes na base dos interesses mútuos.


24
 Prefiro “pôr as cartas na mesa”.


25
 Tenho tendência para deixar para mais tarde as coisas que tenho para fazer.


26
 Deixo, muitas vezes, um trabalho a meio sem o acabar.


27
Em geral, mostro aquilo que sou, sem dissimular os meus sentimentos.


28
 É preciso muita coisa para me intimidarem.


29
 Meter medo aos outros pode ser um bom meio para garantir o poder.


30
Quando “me levam à certa” uma vez, vingo-me na próxima.


31
Quando se critica alguém, é muito eficaz censurar-lhe o facto de ele não seguir os seus próprios princípios.


32
Forçamo-lo, assim, a estar de acordo.


33
Sei tirar partido do “sistema”; sou “desenrascado”.


34
. Sou capaz de ser eu próprio, continuando a ser aceite socialmente.


35
Quando não estou de acordo sei dizê-lo desapaixonadamente e com clareza.


36
Tenho preocupações de não incomodar os outros.


37
 Tenho sérias dificuldades em fazer opções.


38
Não gosto de ser a única pessoa dentro de um grupo a pensar de determinada maneira. Nesse caso prefiro retirar-me.


39
 Não tenho receio de falar em público.


40
 A vida “é uma selva”.


41
Não tenho receio de enfrentar os desafios perigosos e arriscados.


42
Criar conflitos pode ser mais eficaz do que reduzir as tensões.


43
A franqueza é a melhor maneira de ganharmos confiança nas nossas relações com os outros.


44
Sei escutar e não corto a palavra aos outros.


45
Levo até ao fim aquilo que eu decidi fazer.


46
Não tenho medo de exprimir os meus sentimentos, e tal qual como os sinto.


47
Tenho jeito “para levar as pessoas” e fazer impor as minhas ideias.


48
 O elogio ainda é um bom meio de se obter o que se pretende.


49
Tenho dificuldade em controlar o tempo em que estou no uso da palavra.


50
 Sei manejar bem a ironia mordaz.


51
 Sou servil e tenho uma vida simples; às vezes até me deixo explorar um pouco.


52
Gosto mais de observar do que de participar.


53
Não penso que a manipulação seja uma solução eficaz.


54
Não é necessário anunciar depressa demais as nossas intenções; isso pode causar-nos dissabores.


55
 Choco muitas vezes as pessoas com as minhas atitudes.


56
 Prefiro ser lobo a ser cordeiro.


57
 A manipulação dos outros é muitas vezes a única maneira prática para obtermos o que queremos


58
Sei, em geral, protestar com eficácia, sem agressividade excessiva.


59
 Penso que os problemas não podem ser realmente resolvidos sem procurarmos as suas causas profundas.


60
Não gosto de ser mal visto.








MATRIZ DE CORRECÇÃO:
Agora atribua 1 ponto por cada resposta “VERDADE”.

Estilo Passivo
Estilo Agressivo
Estilo Manipulador
Estilo Assertivo
1

4

3

2

7

6

5

8

15

10

9

14

16

11

12

18

17

20

13

23

25

21

19

24

26

28

22

27

35

29

31

33

36

30

32

34

37

39

41

38

50

40

42

43

51

48

46

44

52

49

47

45

59

55

54

53

60

56

57

58

TOTAL

TOTAL

TOTAL

TOTAL



Gráfico de Resultados
15









10









5









0
Estilo
Passivo
Estilo Agressivo
Estilo Manipulador
Estilo Assertivo


NOTA 2


IMOBILIZAÇÕES:

·      por avaria ou acidente
·      por circunstâncias do trânsito (ex: o veículo à minha frente imobiliza, ou o sinal fica vermelho, transito congestionado, etc)
·      Paragem:
- Cargas/descargas
- Apanhar/largar passageiros
(pelo tempo estritamente necessário)
·      Estacionamento: nas restantes situações


Dentro das localidades, pode-se parar ou estacionar na faixa de rodagem da seguinte forma:
·      o mais à direita possível
·      no sentido de marcha
·      paralelamente à faixa de rodagem

Fora das localidades não se pode estacionar na faixa de rodagem. Podemos estacionar na berma, excepto se proibido.


Proibições:

Distâncias
Local de Proibição
(só é proibido a menos de...)
Manobras proibidas
... 3 metros
Entre o veículo e a linha contínua.
Parar e estacionar.
... 5 metros
Antes e depois dos postos de abastecimento de combustível.
Só estacionar.
... 5 metros
Antes e em cima da passagem para peões.
Parar e estacionar.
... 5 metros
Antes e depois dos cruzamentos, entroncamentos e rotundas.
Parar e estacionar.
... 6 metros
Antes da paragem do eléctrico
Parar e estacionar.
... 10 metros
Antes e depois das passagens de nível.
Só estacionar.
... 20 metros
Antes dos sinais luminosos ou verticais, se o veículo tapar o sinal.
Parar e estacionar.
... 25 metros
Antes e a menos de 5 metros depois das paragens do autocarro.
Parar e estacionar.
... 50 metros
Fora das localidades, antes e depois dos cruzamentos, entroncamentos, rotundas, curvas ou lombas de visibilidade reduzida.
Parar e estacionar.



É sempre proibido parar e estacionar:

1 – Nas rotundas, pontes, túneis, passagens de nível, passagens inferiores ou superiores e em todos os lugares de visibilidade reduzida.

2 – Nas pistas de velocípedes, nos ilhéus direccionais, nas placas centrais das rotundas, nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões.


É permitido parar, mas proibido estacionar:

1 – Obrigando os outros veículos a circularem em sentido contrário.

2 – Em 2ª fila nas faixas de rodagem.

3 – Em todos os lugares em que impeça o acesso a veículos devidamente estacionados, a saída destes, ou a ocupação de lugares vagos.

4 – Nos locais reservados, mediante sinalização, ao estacionamento de determinados veículos.

5 – De veículos agrícolas, máquinas industriais, reboques ou semi-reboques quando não atrelados ao veículo tractor, salvo em parques próprios a esse fim.

6 – Nas zonas de estacionamento de duração limitada quando não for cumprido o regulamento.

7 – De veículos ostentando qualquer informação com vista à sua transacção, em parques de estacionamento.



Podem ser removidos e/ou bloqueados os veículos que estiverem nas seguintes situações:

2.   Estacionados ou imobilizados na berma de auto-estrada ou via equiparada;
4.   Estacionados ou imobilizados em locais que, por razões de segurança, de ordem pública, de emergência, de socorro ou outros motivos análogos, justifiquem a remoção

NOTA 1


O sistema de circulação rodoviário é composto por:
1.   O condutor
2.   A via
3.   O veículo
O elemento principal é o condutor.
O acidente é um erro do sistema. O erro humano é a principal causa de acidentes rodoviários.
Principais causas dos acidentes são:
1.   Excesso de velocidade
2.   Desrespeito das regras da prioridade
3.   Ultrapassagens irregulares
4.   Álcool
Função da condução:
1.   Recolha da informação (pela visão e audição)
2.   Análise e decisão
3.   Acção (eventualmente o carregar no travão)
Tempo de reacção – é o tempo que o condutor gasta, desde que detecta um perigo, até travar.
Em média, o tempo de reacção é um segundo.
Analisemos o que acontece se o condutor avistar um perigo e for necessário parar.
Só começamos a contabilizar a reacção (e a paragem) a partir do momento em que o condutor vê o perigo. Se ele não vê o perigo, não pode reagir. http://docs.google.com/File?id=dfxd3rk4_140drxkwzcn_b
O que faz aumentar ou diminuir a distância de reação?
·      Velocidade
·      Condutor: sono, cansaço, stress, álcool, drogas, certos medicamentos, etc.

Condição
Implica
Consequência
?????
Velocidade aumenta
=>
A distância de reacção
Aumenta
Sono
=>
A distância de reacção
Aumenta
Álcool
=>
A distância de reacção
Aumenta
Nota: A velocidade não faz aumentar o tempo de reacção, embora faça aumentar a distância de recção.
O que faz aumentar ou diminuir a distância de travagem?
·      Velocidade
·      Via
o  Condições (molhada, seca, com gelo, etc)
o  Tipo (asfalto, betão, calçada, terra batida, etc)
o  Inclinação (a subir, ou a descer)
·      Veículo
o  Sistema de travagem
o  Pneus
o  Peso total do veículo

Condição
Implica
Consequência
????
Velocidade aumenta
=>
A distância de travagem
Aumenta
Pavimento molhado
=>
A distância de travagem
Aumenta
Pavimento em terra batida
=>
A distância de travagem
Aumenta
A subir
=>
A distância de travagem
Diminui
A descer
=>
A distância de travagem
Aumenta
Pneus gastos
=>
A distância de travagem
Aumenta
Veículo mais pesado
=>
A distância de travagem
Aumenta

Distância de segurança  - Os condutores devem manter uma distância entre o seu veículo e o veículo da frente, a distância suficiente para evitar acidentes no caso deste diminuir a velocidade ou parar subitamente.



http://docs.google.com/File?id=dfxd3rk4_141h9p67qgv_b
Atenção que esta distância pode ser 100 como pode ser 3, 4 ou 5 metros, desde que seja suficiente para evitar o acidente. Tudo depende da velocidade e todos os outros factores que referi anteriormente. Se transitarem a 10 Km/h não precisam de guardar uma distância muito grande.