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domingo, 5 de abril de 2020

NOTA 4


O acto de conduzir não se resume só ao controlo do seu carro. Garantir segurança quando está a pilotar o seu carro, também não se resume só ao controlo do seu carro.
Nem todos os condutores que nos rodeiam na estrada são maus condutores , podem é ter uns dias mais felizes do que outros, o problema é não sabermos quando é que são os dias maus. Até aqueles condutores que você o categoriza de "condutor fantástico", aquele que controla em pleno o seu carro e que toda a gente confia, pode ter um dia mau e pode acontecer uma fatalidade. Certamente que nesse dia você vai querer estar longe desse condutor, mas caso não consiga, antecipe o acidente.

Relativamente à sua condução, você sabe que não consegue manter uma atenção continuada durante o percurso que efectua ao volante do seu carro. São muitos os factores que nos levam à distracção, pois a frase que mais se ouve da boca das vitimas dos acidentes é: "foi tudo muito rápido", pois é bastam apenas umas milésimas de segundo para tornar um bom dia, num péssimo dia.
Alicerçado nos provérbios do nosso lindo idioma, "Mais vale prevenir do que remediar", assim neste artigo sobre Condução Defensiva, vOU dar algumas dicas para garantir a sua segurança e da quem o acompanha. Contudo as  dicas para terem sucesso, dependem muito da forma como você se comporta ao volante.
Não se esqueça que para além de todos os MEUS conselhos, o mais importante de todos é sem dúvida alguma, o respeito pelo código de estrada.

Vamos então falar na condução defensiva que deve adoptar quando se encontra na Estrada.

O facto de de se deslocar numa estrada que tem como limite de velocidade 80 Km/h a essa mesma velocidade, não lhe dá qualquer garantia que não vai ter nenhum acidente. Saiba que existe sempre a probabilidade de outro carro embater no seu, ou outros factores como, óleo derramado na estrada, troncos de arvores, buracos, tampas, animais, peões e muitos outros factores. Agora o respeitar os limites de velocidade é só o primeiro passo, para uma circulação segura.

Dicas

Visão panorâmica
- Quando circula numa estrada com trânsito nos dois sentidos, faça uma visão panorâmica dessa via. Olhe em profundidade e em largura, esteja atento a tudo que mexe e o que não mexe. Não se encoste demasiado ao carro que o precede, principalmente se este se aproximar de uma curva ou cruzamento. Mantenha sempre uma distância que lhe permita reagir, pois nunca se sabe que tipo de travagem o carro da frente vai fazer. No caso da travagem ser forte, poderá não ter tempo de reacção, mas mesmo que o consiga imobilizar a tempo, evitando o choque com o carro que está à sua frente, pode sempre provocar o embate do carro que o antecede.
Espere por uma recta com boa visibilidade para efectuar uma ultrapassagem. Seja paciente, esta é a sua melhor aliada.
Uma das formas de controlar a distância que vai do seu carro ao carro que o procede é a seguinte: Tendo um carro à sua frente, procure um ponto fixo e comece a contar 110, 111, 112, se fizer isto está a contar a distância que vai do seu carro ao carro que está à sua frente em segundos.
Se passar pelo ponto que fixou antes de ter contado pelo menos dois segundos é sinal de que está muito perto. No caso de mau tempo ou más condições de visibilidade, deve contar mais 4 ou 5 segundos.

Factores Invasores
- Tenha muita atenção às vias secundárias, não só nas estradas abertas bem como às cidades. Tenha muita atenção, principalmente se vai fazer uma ultrapassagem, antes de a fazer veja se há um cruzamento ou entroncamento. É mesmo muito importante ter essa antevisão, pois quando um condutor chega a um entroncamento ele vai olhar primeiro para a sua esquerda e não se apercebe da sua ultrapassagem pelo que não espera encontrar outro carro na faixa de rodagem.

Descanso
- Como em tudo na vida, temos de ter algum tempo para o descanso. Por cada duas horas de condução deve parar cerca de 15 minutos. Se respeitar esta regra, a probabilidade de chegar ao seu destino em boas condições físicas e psicológicas, são enormes. É também muito importante a hidratação, não se esqueça de beber água enquanto conduz. Muita atenção, se tiver sono, deve parar o mais rapidamente possível e durma. Lembre-se que o sono é mesmo muito perigoso, não avisa quando os olhos se vão fechar.

Visão periférica
- Seja na estrada ou na cidade, dê a utilização necessária aos seus espelhos retrovisores. Use e abuse deles, são mesmo muito importantes. Estes permitem-lhe uma excelente análise do meio que envolve a sua condução. Para além de servirem para auxiliar nas manobras de estacionamento, os espelhos retrovisores retiram-lhe praticamente todos os ângulos mortos, permitindo-lhe analisar convenientemente tudo o que se passa para trás do meio do carro.

Acessórios em excelente estado
- Os vidros do carro sempre limpos, escovas em bom estado, ópticas bem alinhadas, são factores que deve ter em conta. Estes garantem boa visibilidade. Para além disso, tenha sempre óculos de sol, estes evitam o encandeamento provocado pelo sol. Muito importante, ande sempre com as luzes ligadas, seja de dia ou de noite, de Inverno ou Verão, estas garantem a sua visibilidade. Por um lado melhora a sua visibilidade, por outro faz com que os outros condutores o vejam melhor.

Aquaplaning
- Este fenómeno acontece quando há muita água na estrada. Assim quando a água é abundante a única forma de evitar o aquaplaning (é uma espécie de lençol espesso de água que se interpõe entre o pneu e o pavimento, fazendo o carro flutuar) é reduzir a velocidade. Quando um carro se encontra com baixa pressão nos pneus, o aquaplaning pode acontecer mais precocemente.

Faça testes
- Acha que conhece bem o seu carro? De vez em quando faça o seguinte: Escolha um local onde normalmente tenha muito pouco movimento, onde não coloque ninguém em perigo. Depois acelere até à velocidade que normalmente circula e trave a fundo. Este exercício vai-lhe permitir saber quantos metros é que o seu carro necessita para se imobilizar de forma segura. Depois coloque-o novamente em marcha e gingue-o, este exercício vai-lhe permitir perceber como é que o seu carro reage perante este factor. Faça estes exercícios, quer com tempo seco quer com tempo molhado.

Segundo Plano
- Como em tudo na vida, deve ter um segundo plano, isto é, um plano B.
No caso de algo acontecer errado, o mais certo é acontecer um acidente. Assim recomenda-se um plano B, uma forma previamente pensada de como reagir a uma adversidade. Repare, é sempre preferível sair da faixa de rodagem do que invadir a faixa de sentido contrário. Como também é preferível embater num poste de iluminação do que invadir o passeio repleto de peões. Estas, são decisões que têm de estar previamente definidas quanto à forma de como vai reagir. Caso tenha um acidente e queira abandonar o seu carro, procure afastar-se de imediato da zona de embate.
Caso não seja evitável o acidente, tente encostar-se aos rails ou a outro veículo que prossiga no mesmo sentido. Nunca o faça em sentido contrário, pois os danos serão devastadores.

Comportamento em curva
- No comportamento dinâmico do seu carro em curva, saía tarde na trajectória. Neste caso é melhor sair tarde, do que demasiado cedo, pois, se assim for, irá invadir a faixa contrária ao sair da curva. Neste caso recomendamos o seguinte: antes de chegar a uma curva fechada, trave como carro a direito, rode o volante e quando visualizar a saída acelere. No caso de curva contra curva, utilize a primeira e prepare melhor a saída da segunda. É mais eficaz e seguro. Nunca trave com o carro em apoio, a transferência de massas (mudanças bruscas de peso) implicará o desequilíbrio do carro.


NOTA 3


As condições adversas na condução
As condições adversas representam um conjunto de circunstâncias desfavoráveis ou inadequadas na condução que, se não forem correctamente tratadas, poderão provocar graves acidentes. São os casos da luz, do tempo, da estrada, do trânsito, do automóvel, do condutor e também da própria carga.
A luz
A luz é um factor adverso que condiciona a sua acção, uma vez que ao olhar directamente para um raio de luz, perde momentaneamente a visão de uma forma parcial ou total. Esse espaço de tempo poderá ser fatídico.
O tempo ou o clima
Todas as condições atmosféricas, como as chuvas, o tempo nublado, o nevoeiro ou o vento forte constituem uma dificuldade suplementar para uma boa condução.
A estrada
É, de certa forma, algo a que o condutor é alheio, pois o bom ou mau estado que a via aparenta não se deve à sua acção. Porém, é também um elemento muito importante, na medida em que o bom estado do piso das vias, permite uma melhor circulação e um mau estado da mesma obriga a uma atenção redobrada.
O trânsito
O trânsito envolve a presença de vários condutores numa mesma via, o que pode levar a problemas no fluxo normal. Os congestionamentos, a hora de ponta, as características do veículo que circula à sua frente, são factores a ter em conta, pois o perigo pode surgir de qualquer parte.
O automóvel
O seu automóvel pode ser o responsável por um acidente se não tiver nas melhores condições. Se não for vistoriado com regularidade, pode apresentar uma série de defeitos e isso será certamente um embaraço para si, como para os outros utentes da via. As principais falhas mecânicas causadoras de acidentes são: os pneus gastos (é muito importante saber como escolher uns pneus); a má calibragem dos mesmos; os travões desgastados e as fugas de óleo. Se o seu veículo não se apresentar nas melhores condições, não corra riscos, opte, por exemplo, por alugar um automóvel.
O condutor
O condutor nunca deve conduzir sob qualquer tipo de substância psicotrópica ou alcoólica (é permitido até 0,5g/l), além de ser contra a lei, afecta o tempo de reacção de um condutor no controlo do seu veículo. O condutor é responsável pela documentação do seu veículo, deve ter sempre o seguro em dia para que a sua segurança, assim como a dos demais, nunca seja colocada em causa. É de evitar conduzir com as emoções alteradas, estando cansado ou mesmo durante um longo período de tempo, porque se estiver a conduzir durante muito tempo, ou se estiver nervoso e com as emoções à flor da pele, o seu raciocínio não será o melhor, relaxe primeiro e conduza depois.
A carga
A carga constitui uma ameaça à boa condução se não for correctamente arrumada, se estiver mal amarrada ou em excesso, pois assim o veículo não se adapta correctamente ao piso da estrada.
Caso seja necessário, tire um curso para aprender a conduzir defensivamente, estão disponíveis em qualquer escola de condução. É uma ferramenta de instrução, bom senso e cidadania. Em jeito de conclusão, podemos categorizar que na condução existem vários factores que condicionam a sua acção, seja cumpridor em todos eles, só assim conseguirá tirar o máximo prazer do seu automóvel e também da estrada.

CONDUÇÃO DEFENSIVA


Todos os dias são noticiados acidentes de carro nas estradas pelas mais diversas razões: velocidade, imprudência, álcool, drogas, desrespeito pelas regras de condução. Dessa forma e para combater os acidentes de automóvel, todo o cuidado é pouco! É preciso prevenir os acidentes e conduzir o seu carro de uma forma defensiva de modo a evitar acidentes. Fique a conhecer todos os pormenores sobre a condução defensiva.
O que é a condução defensiva?
A condução defensiva é a forma ponderada como um indivíduo conduz um automóvel de modo a evitar acidentes. Apesar dos erros comuns que possam existir por parte dos condutores, caso não sejam cuidadosos, as condições adversas do trânsito e do tempo também contribuem para uma má condução.
Conduzir defensivamente não é o mesmo que conduzir, pois ao fazê-lo de forma prudente previnem-se acidentes, evitam-se riscos desnecessários e age-se com civismo. É muito importante estar alerta para todas as situações.
Ninguém quer, ou tenciona sofrer/provocar um acidente de carro, no entanto, existem condutores que são verdadeiros perigos não só para si próprios, como para os outros. Por isso, a condução defensiva reflete, acima de tudo, uma forma de estar.
Premissas básicas da condução defensiva:
Antes de se colocar atrás de um volante deverá ter em atenção as duas máximas da condução defensiva:
A concentração
A concentração é a chave principal para uma boa condução. Pois, quando está a conduzir existe um conjunto de factores a ter em conta e que o podem distrair: as condições da estrada, a velocidade, as regras e sinais de trânsito, os espelhos, seguir as direcções correctas, os veículos que circulam ao seu redor, falar ao telefone, a confiança (não é por se ser um condutor de longa data que a probabilidade de errar diminui), entre muitos mais. A percepção/perspicácia do condutor perante uma situação destas diminui consideravelmente, porque não faz uma leitura/análise correcta e eficaz do meio envolto. Acima de tudo concentre-se na estrada, mais tarde tem tempo para pensar noutras coisas.
Manter-se em alerta constante
Um condutor em alerta constante tem a faculdade de reagir eficazmente perante os obstáculos que lhe possam surgir; quando, por exemplo, o condutor que segue no carro da frente trava repentinamente; a sua capacidade de resposta tem que ser a melhor, lembre-se que pode não existir uma segunda oportunidade. Obviamente, o álcool, o cansaço e as drogas afectam o tempo de reacção e o discernimento do condutor (e são as principais causas da ocorrência de acidentes). Antes de uma viagem tenha sempre um bom período de descanso.
Como conduzir defensivamente
Quando se conduz de uma forma defensiva, isso significa que está a dedicar o dobro da sua atenção à condução e isso mantê-lo-á consciente e pronto para tudo o que possa acontecer. Uma pessoa cuidadosa vale por duas, pois dessa forma não deposita o seu destino nas mãos de outros condutores. Existe uma panóplia de regras interiores de como conduzir defensivamente, conheça-as a seguir.
Pense na segurança em primeiro lugar
Evite uma condução tendenciosa e agressiva, só assim estará melhor preparado para lidar com os erros e com a má condução dos restantes condutores. Ao seguir na estrada estabeleça uma distância considerável de segurança entre o seu veículo e o da sua frente (quanto maior for a velocidade, maior deverá ser a distância). Tranque sempre as suas portas e use o cinto de segurança como protecção para possíveis acidentes.
Desconfie de quem o rodeia
Uma das regras fundamentais para uma condução segura e defensiva passa por observar tudo que se passa em seu redor. Esteja sempre atento ao que o seu “vizinho” está a fazer e espreite sempre pelos espelhos para observar todas as situações. Se um veículo que está a circular próximo do seu mostrar sinais de uma condução agressiva, abrande e deixe-o passar, não compita com ele. Mantenha também um olho sobre os pedestres, os ciclistas e os animais que possam cruzar-se na estrada.
Não dependa dos outros condutores
Tenha sempre em consideração os outros, mas olhe sempre por si. Não faça presunções na estrada, nunca assuma que alguém vai fazer algo por si. Imagine que existem condutores dispostos a tudo, desde passar por sinais vermelhos a não parar em sinais de Stop. Na condução siga a sua trajectória de uma forma planeada, antecipando sempre o pior cenário possível.
Tenha um caminho alternativo
Em todas as situações de condução, a melhor forma de evitar situações de potencial perigo é a de posicionar o seu veículo onde possa ser visto. Ter um caminho alternativo é essencial, por isso, pense atempadamente no seu trajecto. Tenha em consideração que os outros condutores poderão escolher essa rota e dessa forma o tráfego será maior.
Mantenha a velocidade baixa
Respeitar as regras de velocidade impostas é o ideal para uma condução sem riscos e segura. É da sua responsabilidade assegurar que a velocidade a que o seu veículo transita é de acordo com as leis impostas, conduza devagar!
Separe os riscos
Quando uma pessoa é confrontada com múltiplos riscos é necessário categorizá-los, de forma a conseguir separá-los. O seu objectivo é o de evitar correr vários riscos ao mesmo tempo. Estando preparado para eles é uma forma de os conseguir evitar.
Reduza as distracções
A distracção é uma actividade que faz divagar a mente e coloca o condutor num outro local sem ser no da condução. Mantenha sempre a cabeça no sítio certo. A condução implica a máxima concentração, por isso, deixe-se de distrações e mantenha a máxima atenção.

EXERCICIO



EXERCÍCIO DE “AUTO-DIAGNÓSTICO”
INSTRUÇÕES:
De acordo com cada afirmação, registe com uma cruz na coluna a que corresponde à sua resposta:
VERDADE - se pensa ou atua dessa forma a maior parte das vezes.
FALSO - se raramente pensa ou atua dessa forma.
Tente ser o mais espontâneo possível nas suas respostas!

Após ter preenchido o questionário de auto-diagnóstico, preencha a matriz de correção do  exercício. Cada frase numerada corresponde a uma atitude característica de um dos estilos comunicacionais: agressivo, passivo, assertivo ou manipulador. As frases foram classificadas em quatro colunas correspondentes aos quatro estilos. Deverá atribuir 1 ponto a cada frase a que respondeu “VERDADE”. O total dos pontos indica o grau da sua tendência a utilizar cada estilo comunicacional.
Poderá, por último, esboçar o gráfico de resultados, de forma a ter uma melhor perceção dos seus resultados.
Não se esqueça que, seja qual for o seu estilo comunicacional predominante, cada estilo poderá ser utilizado consoante as situações, ou seja, cada estilo é eficaz em função da situação onde se aplica!
Adaptado por O. Fachada (1991) de Chalvin, D (1989). L’affirmation de soi (5ª ed.)
pp 4-7. Paris: Les Editions E.S.F..

1
 Digo muitas vezes SIM, quando no fundo quero dizer NÃO.
V
 F
2
 Defendo os meus direitos sem atentar contra os direitos dos outros.


3
 Quando não conheço bem uma pessoa prefiro dissimular aquilo que penso ou sinto.


4
Sou, a maior parte das vezes, autoritário e decidido.


5
Geralmente, é mais fácil e mais engenhoso atuar por interposta pessoa do que diretamente.


6
 Não receio criticar os outros e dizer-lhes aquilo que penso.


7
Não ouso recusar certas tarefas que não fazem parte das minhas atribuições


8
 Não tenho receio de manifestar a minha opinião, mesmo face a interlocutores hostis.


9
Quando há debate, prefiro retrair-me e “ver o que é que a coisa dá”.


10
 Várias vezes sou censurado por ter espírito de contradição.


11
 Tenho dificuldade em escutar os outros.


12
Faço tudo o que posso para ficar “no segredo dos deuses” e tenho-me dado bem com isso.


13
 Consideram-me, em geral, bastante “manhoso” e hábil nas relações com os outros.


14
 Mantenho com os outros relações mais fundadas sobre a confiança do que sobre a dominação ou o calculismo.


15
 Prefiro nunca pedir ajuda a um colega, ele poderá pensar que eu não sou competente.


16
Sou tímido e tenho grandes bloqueios quando tenho que realizar uma ação pouco habitual.


17
Chamam-me “sopinhas de leite”, fico enervado e isso faz com que os outros se riam.


18
 Sinto-me bastante à vontade nas relações face a face.


19
 Faço “fitas” muitas vezes; é a melhor maneira de conseguir o que quero.


20
Sou um “fala-barato” e corto a palavra aos outros sem me dar conta disso


21
Sou ambicioso e estou pronto a fazer o que for necessário para realizar os meus objetivos.


22
Em geral, sei o que é preciso fazer; isso é importante para ser bem sucedido.


23
Em caso de desacordo, procuro os compromissos realistas assentes na base dos interesses mútuos.


24
 Prefiro “pôr as cartas na mesa”.


25
 Tenho tendência para deixar para mais tarde as coisas que tenho para fazer.


26
 Deixo, muitas vezes, um trabalho a meio sem o acabar.


27
Em geral, mostro aquilo que sou, sem dissimular os meus sentimentos.


28
 É preciso muita coisa para me intimidarem.


29
 Meter medo aos outros pode ser um bom meio para garantir o poder.


30
Quando “me levam à certa” uma vez, vingo-me na próxima.


31
Quando se critica alguém, é muito eficaz censurar-lhe o facto de ele não seguir os seus próprios princípios.


32
Forçamo-lo, assim, a estar de acordo.


33
Sei tirar partido do “sistema”; sou “desenrascado”.


34
. Sou capaz de ser eu próprio, continuando a ser aceite socialmente.


35
Quando não estou de acordo sei dizê-lo desapaixonadamente e com clareza.


36
Tenho preocupações de não incomodar os outros.


37
 Tenho sérias dificuldades em fazer opções.


38
Não gosto de ser a única pessoa dentro de um grupo a pensar de determinada maneira. Nesse caso prefiro retirar-me.


39
 Não tenho receio de falar em público.


40
 A vida “é uma selva”.


41
Não tenho receio de enfrentar os desafios perigosos e arriscados.


42
Criar conflitos pode ser mais eficaz do que reduzir as tensões.


43
A franqueza é a melhor maneira de ganharmos confiança nas nossas relações com os outros.


44
Sei escutar e não corto a palavra aos outros.


45
Levo até ao fim aquilo que eu decidi fazer.


46
Não tenho medo de exprimir os meus sentimentos, e tal qual como os sinto.


47
Tenho jeito “para levar as pessoas” e fazer impor as minhas ideias.


48
 O elogio ainda é um bom meio de se obter o que se pretende.


49
Tenho dificuldade em controlar o tempo em que estou no uso da palavra.


50
 Sei manejar bem a ironia mordaz.


51
 Sou servil e tenho uma vida simples; às vezes até me deixo explorar um pouco.


52
Gosto mais de observar do que de participar.


53
Não penso que a manipulação seja uma solução eficaz.


54
Não é necessário anunciar depressa demais as nossas intenções; isso pode causar-nos dissabores.


55
 Choco muitas vezes as pessoas com as minhas atitudes.


56
 Prefiro ser lobo a ser cordeiro.


57
 A manipulação dos outros é muitas vezes a única maneira prática para obtermos o que queremos


58
Sei, em geral, protestar com eficácia, sem agressividade excessiva.


59
 Penso que os problemas não podem ser realmente resolvidos sem procurarmos as suas causas profundas.


60
Não gosto de ser mal visto.








MATRIZ DE CORRECÇÃO:
Agora atribua 1 ponto por cada resposta “VERDADE”.

Estilo Passivo
Estilo Agressivo
Estilo Manipulador
Estilo Assertivo
1

4

3

2

7

6

5

8

15

10

9

14

16

11

12

18

17

20

13

23

25

21

19

24

26

28

22

27

35

29

31

33

36

30

32

34

37

39

41

38

50

40

42

43

51

48

46

44

52

49

47

45

59

55

54

53

60

56

57

58

TOTAL

TOTAL

TOTAL

TOTAL



Gráfico de Resultados
15









10









5









0
Estilo
Passivo
Estilo Agressivo
Estilo Manipulador
Estilo Assertivo